segunda-feira, 9 de abril de 2012

Hora de revalorizar a Embrapa




Não há como entender a transformação do Brasil numa potência agrícola, capaz de produzir muito e com muita eficiência, sem levar em conta a contribuição da Embrapa, celebrada durante anos como um dos principais institutos de pesquisa agropecuária de todo o mundo



Não há como entender a transformação do Brasil numa potência agrícola, capaz de produzir muito e com muita eficiência, sem levar em conta a contribuição da Embrapa, celebrada durante anos como um dos principais institutos de pesquisa agropecuária de todo o mundo. Mas a Embrapa é hoje bem menos importante do que foi durante um quarto de século, desde sua criação nos anos 70. Perdeu relevância como fornecedora de sementes, num mercado há vários anos dominado por grandes empresas multinacionais, e, na era Lula, deixou de receber do próprio governo a atenção e os recursos necessários a um trabalho relevante de pesquisa, de inovação e de criação de oportunidades para a produção rural brasileira. 


Durante anos, a empresa liderou as pesquisas relevantes para o Brasil, contribuindo para a expansão de culturas novas e comercialmente importantes, como a soja, para o aumento da produtividade de lavouras essenciais para a dieta do brasileiro, para o barateamento da alimentação e também - dado nem sempre lembrado - para a ocupação produtiva de novas e amplas porções do território, como as enormes áreas de Cerrado. 

Depois de anos de liderança, cumprindo uma função estratégica da máxima importância, a Embrapa começou a perder terreno. Demorou, por preconceito de seus dirigentes, a avançar na pesquisa de transgênicos, enquanto o setor privado se expandia velozmente nessa área científica e tecnológica. Quase ficou sem rumo, quando o primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ensaiou submetê-la à sua política de aparelhamento político. Mas, quando isso ocorreu, sua presença no mercado de sementes já havia sido consideravelmente reduzida, em consequência de mudanças no financiamento das lavouras. 

Nos últimos 20 anos, empresas privadas, principalmente multinacionais fornecedoras de sementes e de insumos agroquímicos, assumiram crescente importância no financiamento do custeio agrícola. Isso alterou a ordem dos procedimentos. Tradicionalmente os agricultores tomavam empréstimos bancários - oficiais, na maior parte - e em seguida compravam as sementes, fertilizantes e defensivos para o plantio e para o trato das lavouras. Muitos ainda seguem esse roteiro. Um grande número, no entanto, passou a negociar diretamente com as empresas fornecedoras de insumos. 

Como parte do novo sistema, esses produtores passaram a vender antecipadamente a safra, ou parte dela. Pode ter sido uma solução cômoda para agricultores e para a indústria, e uma das consequências da mudança foi a criação de um mercado cativo, ou quase, para as sementes desenvolvidas pelo setor privado. 

Essa mudança havia começado antes da difusão dos transgênicos, como observa o agrônomo e economista José Sidnei Gonçalves, pesquisador do Instituto de Economia Agrícola do governo paulista. Sem participar do novo padrão de financiamento, a genética desenvolvida pelo setor público ficou fora do jogo. "Ao menos para as grandes lavouras, o trem-bala do capital financeiro fechou as portas ao custeio da safra, fechou as portas na cara da pesquisa pública", comenta o pesquisador. 

A Embrapa e outros institutos públicos de pesquisa e difusão de tecnologia contribuíram de forma decisiva para a criação de uma agropecuária moderna e competitiva no Brasil. Mas o setor privado, munido tanto de um sistema de pesquisas quanto de um eficiente aparelho comercial e financeiro, implantou um novo jogo, enfraquecendo os vínculos entre as entidades públicas e o mercado. O corte do orçamento da Embrapa e as mudanças de orientação do governo contribuíram de forma adicional para a sua perda de relevância. 

É hora de repensar a missão da Embrapa e as formas de financiar suas atividades. Não tem sentido separá-la do mercado e da linha ambiciosa de trabalho seguida com sucesso durante décadas, mas é preciso replanejar seu papel estratégico e sua posição no sistema produtivo. Será o caso de abrir seu capital, como já se propôs? Não é fácil a resposta, mas seria um erro grave descartar essa hipótese por mero preconceito. É preciso pensar o futuro da Embrapa com criatividade e ousadia à altura de sua história.

Governo lançará EMBRAPA Internacional






Um ano e meio após a publicação da medida provisória que deu nova redação ao Artigo 1º da lei de criação da Embrapa, para permitir que a estatal exerça suas atividades também fora do Brasil, deve ser lançada no fim do mês a Embrapa Internacional. Segundo o presidente da empresa, Pedro Arraes, a intenção é fazer o lançamento no dia 26, aniversário da Embrapa, com a presença da presidenta Dilma Rousseff. (leia mais...)

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A EMBRAPA Nacional, deveria se preocupar em conseguir recursos, para tirar das prateleiras as pesquisas que foram feitas e não foram aplicadas;

Como não entendemos de muita coisa e estamos aprendendo a cada dia, achamos um absurdo divulgar tecnologias que custaram o suor de brasileiros para beneficiar estrangeiros, nada contra a solidariedade, mas deveria valar a máxima: "Mateus, primeiro os teus"


As EMBRAPAS deveriam ser analisadas pelas pesquisas aplicadas e pelos resultados obtidos

Parceiros, vamos aplicar as tecnologias da nossa EMBRAPA ? O que é pesquisado aqui é aplicado com sucesso em outros estados e outros países

Somos o Estado de menor produtividade e o Caju é nativo...

E AÍ ? ALGUÉM EXPLICA ISSO ?



Polo de Caju começa a ganhar forma no Norte do Espírito Santo



Os agricultores dos municípios de Pedro Canário e Conceição da Barra interessados em investir no plantio comercial de caju devem ficar atentos. O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) realizou nesta quinta-feira (22), em Pedro Canário, uma reunião técnica com produtores e outros profissionais interessados em investir no plantio comercial da fruta. O encontro faz parte das ações da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) para implantar o Polo de Caju na região Extremo Norte do Espírito Santo.
A reunião contou com as presenças do secretário de Estado da Agricultura Enio Bergoli, do coordenador do Programa Estadual de Fruticultura Dalmo Nogueira, da coordenadora do Programa de Fruticultura do Incaper Adelaide Santana, representantes de cooperativas e associações de produtores dos municípios de Pedro Canário e Conceição da Barra, do setor industrial e financeiro, além de técnicos que atuam na área de fruticultura.
O Espírito Santo está localizado na região considerada o maior centro consumidor do Brasil. O caju é uma fruta muito comercial que proporciona o aproveitamento quase que total da produção. O fruto tem destinação para o consumo in natura e industrial e a castanha tem boas opções de mercado. A intenção do Estado é organizar as condições necessárias para que o produtor tenha viabilidade para os plantios e garantidas e opções para vender a produção”, destaca o secretário da Agricultura, Enio Bergoli.
O Polo de Caju será o 13º consolidado para a produção de frutas no Espírito Santo. Com a fruticultura o produtor rural tem uma alternativa para diversificar a produção e gerar novas fontes de emprego e renda.
“A Seag já investiu na aquisição de 20 mil mudas do caju anão precoce. Essa variedade é indicada para as condições naturais de Pedro Canário e Conceição da Barra, região onde inicialmente será implantado o Polo de Caju. A meta é formar 100 hectares nos dois municípios nessa primeira etapa”, ressalta o coordenador do Programa Estadual de Fruticultura, Dalmo Nogueira.
A partir desse primeiro encontro o Incaper vai organizar o cadastramento dos produtores interessados em ingressar no Polo de Caju. Os interessados devem procurar os escritórios do órgão de Conceição da Barra e de Pedro Canário.
Informações à Imprensa
Gerência de Informação e Análise/Seag
Léo Júnior
Tel: 27 3636-3700 / 3651 / 9942-9616 Fonte: site Incaper em 26/03/2012

Fonte: Paixão Capixaba (Clique Aqui!)

Polo de Caju é o 13º a ser implantado no Estado do Espírito Santo. Propostas têm dado bons frutos


ATÉ O ESPÍRITO SANTO ESTÁ IMPLANTANDO CAJU, E AQUI NO CEARÁ ? QUANDO AS COISAS VÃO MUDAR ?


O Espírito Santo ganhou mais um polo de frutas. Agora é a vez do caju. A proposta é implantar o projeto em Pedro Canário e Conceição da Barra, no Norte do Estado. Com essa nova proposta, já somam 13 polos de frutas no Estado: abacaxi, acerola, banana, coco anão, goiaba, manga, mamão, maracujá, morango, uva, tangerina e laranja.

Com apenas 0,5% do território brasileiro, o Estado impressiona pelo agronegócio expressivo. São mais de 80 mil hectares de área em produção no Estado. Isso se traduz em 1,3 milhão de toneladas produzidas, 60 mil empregos diretos e uma renda superior R$ 600 milhões para os fruticultores.

Segundo o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, o Espírito Santo possui uma localização privilegiada e clima propício ao cultivo de várias frutas consumidas dentro e fora do Brasil.

"Os investimentos tecnológicos e a criação de parques industriais, voltados à produção de polpa de fruta e suco, têm gerado bons efeitos na economia do Estado, como novos empregos e oportunidades para os pequenos produtores rurais", afirma Bergoli.

A produção frutífera é destinada ao mercado in natura e ao industrial. Uma grande parte dos produtores já está vendendo as frutas produzidas para os programas de compra da produção da agricultura familiar.

"Nos polos há um controle da produção, com técnicos especializados, dando as orientações necessárias ao plantio e alertando para o uso de defensivos. Além disso, há capacitação dos agricultores familiares", ressalta o coordenador do Programa Estadual de Fruticultura, Dalmo Nogueira. 


Caju


O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) realizou na última quinta-feira, em Pedro Canário, uma reunião técnica com produtores e outros profissionais interessados em investir no plantio comercial da fruta.

A partir desse primeiro encontro, o Incaper vai organizar o cadastramento dos produtores interessados em ingressar no Polo de Caju. Os interessados devem procurar os escritórios do órgão de Conceição da Barra e de Pedro Canário.

Fonte: Gazeta On-Line (Clique Aqui!)



quarta-feira, 4 de abril de 2012

Castanha-de-caju: Panorama Nacional






O cultivo do caju é feito em vários Estados do Brasil. No entanto, a sua importância socioeconômica se destaca na Região Nordeste, que conta com a cajucultura como uma atividade de grande influência relativamente para geração de renda e sustentabilidade da atividade, com destaque para os Estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, maiores produtores nacionais e responsáveis em anos de clima e produção normal por cerca de 90% da produção brasileira de castanha-de-caju in natura. Essa atividade responde pela geração de trabalho (mão-de-obra/empregos temporários) e renda nas zonas rural e urbana para mais de 200 mil pessoas/ano/safra. 

Outra característica da cajucultura a considerar diz respeito à diversidade de produtos oriundos da castanha-de-caju in natura e do pedúnculo. Da castanha (fruto), após o processamento obtêm-se a amêndoa da castanha-de-caju (ACC) e o líquido da casca da castanha-de-caju (LCC). Já o pseudofruto (ou pedúnculo) proporciona a obtenção dos mais variados produtos destinados à alimentação, tanto humana quanto animal.

Por causa das condições climáticas desfavoráveis a safra brasileira de castanha-de-caju 2010/2011 apresentou perdas significativas, sobretudo nos Estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. A produção daquele ano/safra atingiu 104.342 toneladas de castanha, representando 52,6% de quebra em relação à produção obtida no ano/safra 2009/2010. Enquanto que na safra 2011/2012 - 100% já colhida, houve ligeira recuperação da produção em relação aos anos normais de safra. Isso devido ao aumento da produtividade dos cajueiros. Mesmo assim, houve perda na produção desse ano/safra por causa das chuvas irregulares e incidência de doenças nos cajueirais. 

O Estado do Ceará se destaca como o maior produtor de castanha-de-caju in natura, sendo responsável por mais de 50% da produção nacional. Processa 75% do volume total beneficiado por todos os Estados Nordestinos. Além disso, é o maior exportador de amêndoas do Brasil, alternando entre o primeiro e o segundo principal produto da pauta de exportação daquele Estado. Os portos de Pecém e de Fortaleza - CE são responsáveis por mais de 96% das exportações brasileiras de amêndoas/ano. Em 2011, esses portos exportaram 23.534 toneladas de amêndoas, representando o valor US$ 201.406 mil/FOB.

Dados do setor indicam que a capacidade instalada das indústrias de processamento de castanha na Região Nordeste está estimada em 306,5 mil toneladas ano. O Ceará detém 75% dessa estrutura, ou seja, pode beneficiar até 230 mil toneladas, das quais 140 mil no município de Fortaleza, onde se concentra o maior parque industrial. A produção nacional de castanha de caju in natura ainda é insuficiente para atender à capacidade de processamento/beneficiamento de amêndoas. Constata-se pelos dados a seguir que há ociosidade no parque industrial, fato que favorece a possibilidade de investimentos em aumento de produtividade (produção e beneficiamento) da castanha brasileira:

a) produção média anual (últimos 11 anos): 183.045 toneladas;
b) capacidade de beneficiamento:                306.500 toneladas;
c) déficit de produção:                                  123.457 toneladas.


Estudos técnicos feitos pelo setor e referendados pela Embrapa-CE apontam que em torno de 85% da produção nacional de castanha-de-caju in natura é oriunda de áreas plantadas com o cajueiro comum de porte alto (tradicional), apresentando baixa produtividade em função da idade avançada e uso do manejo inadequado. O cajueiro em sua maioria é cultivado em regime de sequeiro e por pequenos produtores, o que demonstra a relevância da cultura para a manutenção da mão-de-obra e a fixação do homem no campo, já que a sua produção ocorre no período de entressafra das demais culturas.

Em que pese a grande importância da cajucultura para efeito da sustentabilidade socioeconômica da região, a cadeia produtiva do caju ainda sente falta de um sistema eficiente de articulação. O setor continua enfrentando uma grande crise com origens estruturais e conjunturais. A ausência de uma política visando à intensificação de um sistema de organização e cooperativismo leva os produtores rurais a entregar a castanha antecipada ao atravessador a preços pré-estabelecidos, por não terem escala de produção.  

A logística da operação de comercialização da castanha-de-caju in natura inicia entre o produtor e os comerciantes intermediários a partir do começo da colheita da safra (de outubro a janeiro do ano seguinte). Podendo, ainda, a compra ser feita antes da colheita da safra, com o repasse do adiantamento dos recursos. Os intermediários comercializam com as indústrias praticamente no mesmo período, e ainda na entressafra, já que estes costumam formar estoques para vendas especulativas. O fluxo para as principais transações comerciais para a castanha de caju passa, obrigatoriamente, pelo processo de intermediação, ou seja, a indústria contrata o intermediário (comprador de castanha ou agente) e este, repassa o valor da negociação ao produtor, auferindo suas comissões. 

Além disso, há necessidade de investimentos em tecnologias, sobretudo no plantio de clones mais produtivos e substituição de copas, já que a maioria dos pomares tem mais de 30 anos, contribuindo para a baixa produtividade. Exige-se melhoria na capacitação dos produtores, visando oferecer um produto de melhor qualidade, principalmente quanto à classificação, já que a maioria deles não observa a tipificação (1 e 2) da castanha-de-caju in natura, preferindo a comercialização junto aos atravessadores e às indústrias pelo sistema de bica corrida, ficando sujeitos à aplicação de deságios nos preços do produto, principalmente quando há ausência de padrões das castanhas. 

Observa-se que a produtividade brasileira ainda é baixa em relação aos países concorrentes como Vietnã, Nigéria e Índia. Mesmo assim, pesquisadores nacionais acreditam que existe grande possibilidade de reversão dessa situação com a ampliação da atividade com manejo adequado e investimentos em tecnologia.

Tradicionalmente, quando há redução da oferta de castanha-de-caju in natura por causa da frustração de safra, as indústrias brasileiras recorrem à importação da matéria-prima. Foi o caso da safra brasileira de 2010/2011, considerada como o pior dos últimos 12 anos, quando as indústrias tiveram que suplantar o abastecimento com a importação de castanha-de-caju in natura dos países africanos.

Fonte: Portal Mercado Aberto (Clique Aqui!)

Boa Notícia ! Deputado Federal José Guimarães é Coordenador da Bancada Nordestina









Deputado José Guimarães, lembre-se da Cajucultura !

Em relação a todos os Estados produtores, nós estamos em último lugar em produtividade e hoje esta atividade é inviável economicamente !

Ajude-nos...

Una-se com o Senador Wellington Dias e criem a 

FRENTE PARLAMENTAR DA CAJUCULTURA

Alô Deputado DUCAju, e Deputado Dedé Teixeira !

Convidem o Deputado Guimarães para a reunião da Sub-Comissão da Cajucultura

A propósito, QUANDO VAI SER A REUNIÃO DA SUB-COMISSÃO ?

Já estamos próximo da safra e o que foi decidido ?

quinta-feira, 29 de março de 2012

O que a Cajucultura precisa e que deveria entrar na pauta da Câmara Setorial do Caju ?



Pauta ?

- São todos que devem fazer !
- Deve ser divulgada no site da ADECE !
- Deve-se colocar os encaminhamentos !
- Deve-se colocar os prazos !

O que precisamos ?


1- Criação da Frente Parlamentar da Cajucultura



- O Senador Wellington Dias, por ocasião do AGROPACTO de 06/03, se colocou a disposição para ajudar na articulação

Pergunta: 

Porque ainda não aconteceu nada neste sentido por ninguém aqui no Ceará ? Não é importante ?

2- FUNCAJU


- Devemos priorizar a aprovação definitiva do FUNCAJU

- Tudo o que na Lei abaixo está escrito pode e deve ser implementado

Pergunta:

Qual a dotação orçamentária definida para o FUNCAJU ?

Uma vez aprovado, veja o que pode acontecer...(para quem não conhece)

Dê-se ao projeto a seguinte redação:
Cria o Fundo de Apoio à Cultura do Caju 
– FUNCAJU.


O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º É criado o Fundo de Apoio à Cultura do Caju – FUNCAJU, com os seguintes objetivos:

I – desenvolver o financiamento e a modernização da agroindústria do caju e de seus produtos derivados;

II – incentivar o aumento da produtividade da cajucultura e dos produtos derivados;

III – fortalecer a exportação de produtos relacionados à agroindústria do caju;

IV – promover a defesa do preço dos mercados interno e externo e das condições de vida do trabalhador rural.


Art. 2º O Funcaju tem por fonte de recursos:

I – recursos orçamentários da União e créditos adicionais que lhe forem atribuídos;

II – doações e contribuições a qualquer título de entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, e de pessoas físicas;

III – recursos provenientes de ajustes e convênios firmados com instituições públicas e privadas;

IV – rendimentos de aplicações financeiras em geral.


Art. 3º Os recursos do Funcaju destinam-se a:


I – apoiar o desenvolvimento da cultura do caju, promovendo a disseminação de tecnologias que concorram para o aumento da produtividade e da qualidade do produto;

II – fortalecer o agronegócio do caju, para expandir os diversos segmentos de sua cadeia produtiva;

III – realizar pesquisas tecnológicas, estudos e diagnósticos sobre a cultura do caju;

IV – garantir o treinamento de mão de obra para trabalho nos segmentos agrícola e industrial da cultura e beneficiamento do caju;

V – investir na melhoria da infraestrutura de apoio à produção e comercialização do caju e de seus
derivados para os mercados interno e externo;

VI – investir na melhoria da infraestrutura das regiões produtoras de caju, compreendendo a modernização de estradas vicinais, comunicação e eletrificação, além do apoio financeiro a programas sociais integrados pelos Estados produtores, que visem a proporcionar melhores condições de vida do trabalhador rural;

VII – estimular e apoiar cooperativas e produtores sintonizados com os objetivos do Funcaju;

VIII – promover a cooperação técnica e financeira internacional com organismos particulares e oficiais no campo da cajucultura;


IX – promover campanhas publicitárias destinadas ao aumento do consumo do produto nos mercados interno e externo;

X – promover pesquisas e estudos dirigidos à produção de subsídios para a execução de políticas de
comercialização voltadas para a conquista de novos consumidores;

XI – estimular e financiar a substituição de copas de cajueiros que não apresentarem boa produtividade;

XII – estimular e financiar o aumento da área plantada com cajucultura.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor no primeiro dia do exercício financeiro imediatamente subsequente ao de sua publicação.





3- PREÇO


- Devemos voltar a falar de preço, o preço mínimo da CONAB, deve nos dar um norte, mas é insuficiente para cobrir os custos de produção

Pergunta:

Porque o preço que a indústria para ao produtor é menor do que a mádia do preço internacional ?


4- Reunião da Sub-comissão da Cajucultura 
com o Secretário Nelson Martins

- No AGROPACTO do Senador Wellington Dias, o Secretário Nélson Martins, falou para o Deputado DUCAju que poderia marcar a reunião, pelo que sabemos o convite já foi enviado, entretanto não está agendada

Pergunta:

Quando vai ser a reunião ? A safra já já estará chegando e aí ?

Amanhã tem mais !!!!

domingo, 25 de março de 2012

Deputado Manoel Duca - Presidente da Sub-comissão da CAJUCULTURA, participa de uma reunião na Escola Estadual de Educação Profissional Edson Queiroz em Cascavel




A reunião tratará da elaboração do Projeto CAJULITORAL, cujo objetivo é o aproveitamento do pedúnculo do caju, nas regiões turísticas e produtoras do Litoral Leste e Oeste do Ceará, preparando-se para disponibilizar produtos derivados do caju para a COPA DO MUNDO DE 2012;


Será destacada, na reunião, o aproveitamento da mão-de-obra especializada dos alunos récem formados na E.E.E.P. Edson Queiróz.

foto
Alunos em visita ao Stand do Zé do Caju, por ocasião do Caju Nordeste

São quase 40 Técnicos Agro-indústriais, ou seja mão de obra especializada para a revolução no aproveitamento do Pedúnculo de Caju

O Coordenador do Curso o Professor André Luiz, articulou com os 10 melhores alunos do curso para participarem da reunião...

PAUTA DA REUNIÃO:

1-   9:00 hs às   9:10 hs -  Apresentação dos participantes

2-   9:10 hs às   9:20 hs -  Objetivo da reunião / Companhia do Caju- ASCAJU - 
                                         Normando Soares - FAEC
                                         Rodrigo Diógenes - Presidente do Sindicato Rural de Beberibe

3-   9:20 hs às   9:35 hs -  Apresentação do Curso - Professor André Luiz 

4-   9:35 hs às   9:55 hs -  Apresentação da Máquina de CAJUMEL

5-   9:55 hs às 10:10 hs -   Caju-break

6- 10:10 hs às  10:30 hs - Apresentação da "Equipe 10", os cinco melhores alunos,
                                        Tema a ser definido pelo Coordenador do curso e alunos

7-  10:30 hs às 11:00 hs - Encaminhamentos
                                      

DESIDRATAÇÃO E APROVEITAMENTO DE RESÍDUO DE ADIÇÃO DE FIBRA DO CAJU, NA ELABORAÇÃO DE HAMBÚRGUER, É SAUDÁVEL ALÉM DE MELHORAR O SABOR






DESIDRATAÇÃO E APROVEITAMENTO DE RESÍDUO DE  PEDÚNCULO DE CAJU COMO ADIÇÃO DE FIBRA NA  ELABORAÇÃO DE HAMBÚRGUER*





O nordeste brasileiro é grande produtor de caju, sendo este responsável por grande parte do agronegócio da região. O comércio do pedúnculo é intenso, especialmente para a produção de doces e sucos, que gera durante o processamento um resíduo rico em fibras. 

O objetivo deste trabalho foi submeter o resíduo de pedúnculo de caju in-natura a diferentes processos de desidratação (estufa antes e após branqueamento e liofilização), analisar suas características químicas e avaliar a influência sensorial dos resíduos desidratados obtidos como ingredientes em hambúrgueres. Esses resíduos são boas fontes, quantitativamente, de fibra alimentar (40 a 57%). 

Os diferentes tratamentos de desidratação do resíduo de pedúnculo de caju não causaram modificações intensas em suas características químicas e físico-químicas, mas o processo de desidratação em estufa foi prático e rápido. 

Hambúrgueres contendo as amostras de resíduo de pedúnculo desidratadas em estufa apresentaram melhor aceitação no sabor, não havendo diferença significativa (5%) quanto ao aroma quando comparadas com a formulação adicionada de pedúnculo liofilizado. 

A adição de fibra de caju em hambúrguer pode conferir diversos benefícios relacionados às fibras alimentares, dentre os quais, redução do colesterol e regulação do trânsito intestinal, além reduzir o teor de gordura através da substituição parcial desta por fibras.



O presente trabalho objetivou submeter o resíduo de pedúnculo de caju a diferentes processos de desidratação, avaliar o potencial de sua utilização como fonte de fibra alimentar, analisar suas características químicas e físicoquímicas, e a influência sensorial destes tratamentos associados à utilização do resíduo desidratado na formulação de hambúrgueres.

Os resultados sugerem que a adição de resíduo de pedúnculo de caju desidratado na formulação de hambúrguer aumenta o seu teor de fibra alimentar, com aproveitamento de um subproduto da indústria do caju e valorização de um produto local.

Fonte: Universidade de Araraquara (Clique Aqui!)

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Alô Deputado do DUCAju

Que tal um Projeto de lei que traga saúde 
e ainda ajude o produtor ?

Projeto de Adição de 10% de Fibra de Caju em todo hamburguer feito no Ceará !



Mudas de caju do Piauí são exportadas para África e América Central


25-03-2012 09:26
Uma empresa piauiense, com sede em Pio IX, na região de Picos, está apostando alto nas exportações de mudas de caju anão precoce para a África.

O diretor da empresa que exporta mudas de caju anão precoce para vários países disse que o mercado para este tipo de produto está receptivo.
O diretor da empresa que exporta mudas de caju anão precoce
 para vários países disse que o mercado para este tipo de produto está receptivo.
(Foto Reprodução Jornal Meio Norte)

Uma empresa piauiense com atuação no município de Pio IX está mostrando para o mundo a força docaju anão precoce. A planta, que poderia ser alvo de preconceito por ser baixinha e precoce, é uma potência justamente por causa destes atributos: Produz rápido com qualidade e deixa os frutos ao alcance das mãos.

Talvez por isso, a empresa já exportou para a Bolívia 20 mil mudas e sementes selecionadas para o Suriname e Guiana Francesa.

Ricardo Barreto disse que, devido à grande procura pelas mudas produzidas no Piauí, a sua empresa está firmando parcerias com grandes empresas do setor, a exemplo de um estabelecimento do Espírito Santo que está apostando na iniciativa. Com isso, a meta é manter a produção para atender o mercado interno e aumentar o volume de plantas enxertadas a patamares próximos a 100 mil para exportação.

Segundo Ricardo, a empresa, que produz e comercializa mudas enxertadas de cajueiro anão precoce, já distribuiu neste período mais de 8 milhões de exemplares e está acessando um novo mercado, ainda com pouca exploração comercial. Há uma África inteira esperando.

Estamos trabalhando seriamente para enviarmos nosso produto aos produtores, notadamente do continente africano, que apostam na renovação de seus pomares, muitos deles, formados por plantas comuns e de baixa produtividade”, falou.

Fonte: Jornal Meio Norte (Clique Aqui!)
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O que é bom tem que ser falado e propagado, aqui nunca recebemos nenhum centavo de ninguém, somos independentes e lutamos por aquilo que achamos justo

Mas vale a pena afirmar e dizer qual é a empresa que está dando show e que um dia terei prazer em conhecer, trata-se da CAJUNOR

Veja o endereço e contatos !

Página inicial
Escritório: (89) 3422 0082 (fone/fax)
Celular: (89) 9405-7199, tratar com Ricardo Barreto
Emails: cajunor@cajunor.com.br ou cajunor@terra.com.br
Matriz: Rod.BR 020, Km 57, Zona Rural, Pio IX-PI, CEP 64.660-000



sexta-feira, 23 de março de 2012

Jornal do Futuro: "Governador Cid Gomes implanta políticas de Estado para a Cajucultura e será lembrado pelo nome: "O Governador do CAJU"


Manchetes do Jornal do Futuro:

1- Governador Cid Gomes decide revitalizar a Cajucultura Cearense, substituindo a copa de 30.000 hectares por ano 


2- Meta de produtividade do Governador é de 1.000 quilos por hectare;


3- Governador, decide investir R$ 35.000.000,00 (Trinta e cinco milhões) de reais por ano na Cajucultura


4- Produtor de Caju receberá R$ 1.000,00 (mil reais) por hectare, em até 3 anos para revitalização de seu pomar


5- Governador Cid Gomes, restaura a EPACE


6- Ceará recebe prêmio internacional, como melhor Assistência Técnica do Brasil

Sonhar é preciso, ter esperança mais ainda...


Senador Wellington Dias propõe Frente Parlamentar, no Congresso e Senado, para salvar Cajucultura



Senador Wellington Dias em pronunciamento no Senado Federal



Achamos que esta notícia é a mais agradável ao ouvido do Produtor de caju, é necessária esta Frente Parlamentar para que possamos salvar a Cajucultura

O Cajueiro é nativo do Brasil, entretanto nosso país é o único no mundo em que a produção e produtividade caem ano a ano

Falta profissionalismo e atitude para que as coisa mudem...

Alô Senador Wellington Dias, Deputado Hermínio
 e Deputado Duquinha...

Vamos em frente rumo a FRENTE ?

Governo do Estado levará "apenas" 55 anos para substituir a copa dos cajueiros improdutivos



https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUjxwnAzo42Lq3Bv8NMLLhUPlmEV4EC_lYPLJu7A6ExJGQab-_BsXIx8czwEZljgwySRY1WFa_l9gYQTCIcIEv19s-gieIh015DdAciV7ihl8xFNUc7ILNldvEyXhsE0lgFtpXe3DfNjw/s1600/investimento.jpg

Segundo o I.B.G.E. o Ceará tem 401.527 hectares de área plantada de Castanha de Caju, o que representa 53% da área plantada do Brasil




Castanha de caju - área plantada401.527hectares




O Governo do Estado afirmou no final do ano passado que estaria liberando 400.000 mudas e R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) para substituição de copas, conforme matéria abaixo

Foi autorizada a liberação de 800 mil mudas de cajueiros anão precoce para os agricultores familiares no próximo ano, o dobro em relação a 2011. Outra boa notícia,será o investimento de R$ 3 milhões para a substituição de copas em cajueiros improdutivos em até 7 mil hectares. Fonte:  SDA (Clique Aqui !)

As 400.000 mudas daria para implantar 2.000 hectares...

Analisando:

- Em 10 anos aumentaríamos apenas 20.000 hectares

- Em 10 anos aumentaríamos a produção em apenas 3.640 toneladas
  (182 quilos por hectare, média de produtividade dos últimos 20 anos)

- Fazendo a substituição de copas na "velocidade" de 7.000 hectares por ano levaríamos quantos anos ?

Aos cálculos...

2012  -  1º ano - 7.000 ha
2013 -   2º ano - 7.000 ha
2014 -   3º ano - 7.000 ha
2015 -   4º ano - 7.000 ha
2016 -   5º ano - 7.000 ha
2017 -   6º ano - 7.000 ha
2018 -   7º ano - 7.000 ha
2019 -   8º ano - 7.000 ha
2020 -   9º ano - 7.000 ha
2021 - 10º ano - 7.000 ha

Total da Primeira década  - 70.000 hectares
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2022  -  11º ano - 7.000 ha
2023 -   12º ano - 7.000 ha
2024 -   13º ano - 7.000 ha
2025 -   14º ano - 7.000 ha
2026 -   15º ano - 7.000 ha
2027 -   16º ano - 7.000 ha
2028 -   17º ano - 7.000 ha
2029 -   18º ano - 7.000 ha
2030 -   19º ano - 7.000 ha
2031 -   20º ano - 7.000 ha

Total da Segunda década - 70.000 hectares  - Acumulado = 140.000 hectares
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2033  -  21º ano - 7.000 ha
2034 -   22º ano - 7.000 ha
2035 -   23º ano - 7.000 ha
2036 -   24º ano - 7.000 ha
2037 -   25º ano - 7.000 ha
2038 -   26º ano - 7.000 ha
2039 -   27º ano - 7.000 ha
2040 -   28º ano - 7.000 ha
2041 -   29º ano - 7.000 ha
2042 -   30º ano - 7.000 ha

Total da Terceira década - 70.000 hectares - Acumulado = 210.000 hectares
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2033  -  31º ano - 7.000 ha
2034 -   32º ano - 7.000 ha
2035 -   33º ano - 7.000 ha
2036 -   34º ano - 7.000 ha
2037 -   35º ano - 7.000 ha
2038 -   36º ano - 7.000 ha
2039 -   37º ano - 7.000 ha
2040 -   38º ano - 7.000 ha
2041 -   39º ano - 7.000 ha
2042 -   40º ano - 7.000 ha

Total da Quarta década - 70.000 hectares - Acumulado = 280.000 hectares
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2043  -  51º ano - 7.000 ha
2044 -   52º ano - 7.000 ha
2045 -   53º ano - 7.000 ha
2046 -   54º ano - 7.000 ha
2047 -   55º ano - 7.000 ha
2048 -   56º ano - 7.000 ha
2049 -   57º ano - 7.000 ha
2050 -   58º ano - 7.000 ha
2051 -   59º ano - 7.000 ha
2052 -   60º ano - 7.000 ha

Total da Quinta década - 70.000 hectares - Acumulado = 350.000 hectares
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2053  -  51º ano - 7.000 ha

2054 -   52º ano - 7.000 ha
2055 -   53º ano - 7.000 ha
2056 -   54º ano - 7.000 ha
2057 -   55º ano - 7.000 ha


Total da Sexta década - 50.000 hectares - Acumulado = 400.000 hectares

Conclusão: 

São necessários "apenas" 55 (cinquenta e cinco) anos 
para revitalizar a Cajucultura



















segunda-feira, 19 de março de 2012

Se os preços em Benim é R$ 2,86, Nigéria é R$ 2,39 e Gana é R$ 2,66... Porque no Brasil é apenas R$ 1,40 ?



Preço mais recente da Castanha de Caju in-natura em todo o mundo   

 Postado em : 14-04-2011



MERCADO INTERNACIONAL DE CASTANHA DE CAJU IN-NATURA (por tonelada)

Benin

US$ 1.590,00 - US$ 1.600,00 = Média US$ 1.595,00 = US$ 1,59 = R$ 2,86

Nigéria

US$ 1.290,00 - US$ 1.380,00 = Média US$ 1.335,00 = US$ 1,33 = R$ 2,39

Gana

US$ 1.450,00 - US$ 1.525,00 = Média US$ US$ 1.487,00 = US$ 1,48 = R$ 2,66

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Conclusão:

Se os preços em Benim é R$ 2,86, Nigéria é R$ 2,39 e Gana é R$ 2,66...

Porque no Brasil é R$ 1,40 ?

Alguém pode explicar ?

Até quando os Governo vai fechar os olhos para este aviltamento ?




Precisamos deste estudo para entendermos o Mercado Global. Quem vai financiar ?





Fonte: Como comprar ? (Clique Aqui !)




1 METODOLOGIA

1,1 Nossa abordagem

2- O MERCADO MUNDIAL

2.1 Exportações
2.2 Importações

3-  EXPORTAÇÕES

3,1 África: Fontes de exportação de castanha de caju
3,2 Ásia: Fontes de exportação de castanha de caju
3,3 Europa: Fontes de exportação de castanha de caju
3,4 América Latina: Fontes de exportação de castanha de caju
3,5 América do Norte & Caribe: Fontes de exportação de castanha de caju
3,6 Oceana: Fontes de exportação de castanha de caju
3,7 Oriente Médio: Fontes de exportação de castanha de caju

4 IMPORTAÇÕES

4,1 África: castanha de caju importações em 2011
4,2 Ásia: castanha de caju importações em 2011
4,3 Europa: castanha de caju importações em 2011
4,4 América Latina: castanha de caju importações em 2011
4,5 América do Norte & Caribe: castanha de caju importações em 2011
4,6 Oceana: castanha de caju importações em 2011
4,7 Oriente Médio: castanha de caju importações em 2011



Este relatório foi criado para planejadores estratégicos, executivos internacionais e importação / exportação gestores que estão preocupados com o mercado para a castanha de caju. 

Com a globalização desse mercado, os gestores não podem mais se contentar com uma visão local. Nem os gerentes podem se contentar com out-of-date estatísticas que aparecem vários anos depois do fato. Eu desenvolvi uma metodologia, baseada em comércio e modelos macroeconômicos, a estimativa do mercado para a castanha de caju para os países que servem o mercado mundial através de exportações ou o fornecimento de vários países através de importações. 

Faço-o para o ano atual com base em uma variedade de indicadores históricos e modelos econométricos. No lado da demanda, os exportadores e os planejadores estratégicos que se aproximam do mercado mundial enfrentam uma série de perguntas. 

Quais são os países fornecedores de castanha de caju?

Qual é o valor em dólar das importações? 

Quanto às importações de castanha de caju variam de um país para outro?

Quais os países exportadores que servem o mercado mundial e que têm quotas de mercado semelhantes entre os países importadores?

Quais os países que fornecem a maioria das exportações de castanha de caju?

Quais os países que estão comprando suas exportações?

Qual é o valor destas exportações e que países são os maiores compradores? 

No que se segue, 

Capítulo 2 

Começa por inventariar os mercados regionais de castanha de caju importados e exportados. O nível total das importações e exportações a nível mundial, e aqueles para cada região, é baseado em um modelo que agrega todo mais de 150 mercados dos países-chave e projetos estes para o ano em curso.

A partir daí, cada país representa um por cento do mercado mundial. Este mercado é servido a partir de um certo número de países competitivos de origem. Baseada em ações tanto procura e da oferta do lado da dinâmica, do mercado por país de origem são então calculados em cada destino mercado do país. Essas ações levam a um volume de importação e exportação valores para cada país e são agregados aos totais regionais e mundiais. 

Ao fazer isso, somos capazes de obter estimativas de máxima verossimilhança de tanto o valor de cada mercado e as ações que os países possam vir a receber este ano. A partir desses números, rankings são calculados para permitir aos gestores para priorizar mercados. Desta forma, todos os números fornecidos neste relatório são previsões que podem ser combinadas com informações internas para fins de planejamento estratégico. após o resumo em todo o mundo.

Capítulo 3

Detalha as exportações de castanha de caju, para cada país individualmente. 

Capítulo 4 

Faz o mesmo, mas para a importação de castanha de caju para todos os países do mundo. Em todos os casos, o volume total em dólares e compartilham valores percentuais por maior parceiro comercial são fornecidos. Combinados, os Capítulos 3 e 4 apresentam o quadro completo para as importações e exportações de castanha de caju de e para todos os principais países do mundo. 

Dos 150 países considerados, se um país não é relatado aqui é, portanto, estima-se que apenas um nível insignificante de comércio de castanha de caju (ou seja, suas quotas de mercado são próximos ou iguais a zero por cento).