Não há como entender a transformação do Brasil numa potência agrícola, capaz de produzir muito e com muita eficiência, sem levar em conta a contribuição da Embrapa, celebrada durante anos como um dos principais institutos de pesquisa agropecuária de todo o mundo |
Não
há como entender a transformação do Brasil numa potência
agrícola, capaz de produzir muito e com muita eficiência, sem
levar em conta a contribuição da Embrapa, celebrada durante anos
como um dos principais institutos de pesquisa agropecuária de
todo o mundo. Mas a Embrapa é hoje bem menos importante do que
foi durante um quarto de século, desde sua criação nos anos 70.
Perdeu relevância como fornecedora de sementes, num mercado há
vários anos dominado por grandes empresas multinacionais, e, na
era Lula, deixou de receber do próprio governo a atenção e os
recursos necessários a um trabalho relevante de pesquisa, de
inovação e de criação de oportunidades para a produção rural
brasileira.
Durante anos, a empresa liderou as
pesquisas relevantes para o Brasil, contribuindo para a expansão
de culturas novas e comercialmente importantes, como a soja, para
o aumento da produtividade de lavouras essenciais para a dieta do
brasileiro, para o barateamento da alimentação e também - dado
nem sempre lembrado - para a ocupação produtiva de novas e
amplas porções do território, como as enormes áreas de
Cerrado.
Depois de anos de liderança, cumprindo uma
função estratégica da máxima importância, a Embrapa começou
a perder terreno. Demorou, por preconceito de seus dirigentes, a
avançar na pesquisa de transgênicos, enquanto o setor privado se
expandia velozmente nessa área científica e tecnológica. Quase
ficou sem rumo, quando o primeiro governo do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva ensaiou submetê-la à sua política de
aparelhamento político. Mas, quando isso ocorreu, sua presença
no mercado de sementes já havia sido consideravelmente reduzida,
em consequência de mudanças no financiamento das lavouras.
Nos
últimos 20 anos, empresas privadas, principalmente multinacionais
fornecedoras de sementes e de insumos agroquímicos, assumiram
crescente importância no financiamento do custeio agrícola. Isso
alterou a ordem dos procedimentos. Tradicionalmente os
agricultores tomavam empréstimos bancários - oficiais, na maior
parte - e em seguida compravam as sementes, fertilizantes e
defensivos para o plantio e para o trato das lavouras. Muitos
ainda seguem esse roteiro. Um grande número, no entanto, passou a
negociar diretamente com as empresas fornecedoras de
insumos.
Como parte do novo sistema, esses produtores
passaram a vender antecipadamente a safra, ou parte dela. Pode ter
sido uma solução cômoda para agricultores e para a indústria,
e uma das consequências da mudança foi a criação de um mercado
cativo, ou quase, para as sementes desenvolvidas pelo setor
privado.
Essa mudança havia começado antes da
difusão dos transgênicos, como observa o agrônomo e economista
José Sidnei Gonçalves, pesquisador do Instituto de Economia
Agrícola do governo paulista. Sem participar do novo padrão de
financiamento, a genética desenvolvida pelo setor público ficou
fora do jogo. "Ao menos para as grandes lavouras, o trem-bala
do capital financeiro fechou as portas ao custeio da safra, fechou
as portas na cara da pesquisa pública", comenta o
pesquisador.
A Embrapa e outros institutos públicos
de pesquisa e difusão de tecnologia contribuíram de forma
decisiva para a criação de uma agropecuária moderna e
competitiva no Brasil. Mas o setor privado, munido tanto de um
sistema de pesquisas quanto de um eficiente aparelho comercial e
financeiro, implantou um novo jogo, enfraquecendo os vínculos
entre as entidades públicas e o mercado. O corte do orçamento da
Embrapa e as mudanças de orientação do governo contribuíram de
forma adicional para a sua perda de relevância.
É
hora de repensar a missão da Embrapa e as formas de financiar
suas atividades. Não tem sentido separá-la do mercado e da linha
ambiciosa de trabalho seguida com sucesso durante décadas, mas é
preciso replanejar seu papel estratégico e sua posição no
sistema produtivo. Será o caso de abrir seu capital, como já se
propôs? Não é fácil a resposta, mas seria um erro grave
descartar essa hipótese por mero preconceito. É preciso pensar o
futuro da Embrapa com criatividade e ousadia à altura de sua
história.
|
Aqui temos notícias e ações da Cajucultura Nacional, com ênfase no Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí, que juntos, respondem por 96% da produção nacional. Estamos unidos para enfrentarmos as dificuldades da nossa atividade e juntos, buscar soluções que venham a ajudar a todos, sem exceção, trocando experiências e agindo junto ao poder público para fazer valer nossos direitos. // Correspondente CE: Normando Soares // Correspondente RN: Elano Ferreira // Correspondente do PI:
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Hora de revalorizar a Embrapa
Governo lançará EMBRAPA Internacional
Um ano e meio após a publicação da medida provisória que deu nova redação ao Artigo 1º da lei de criação da Embrapa, para permitir que a estatal exerça suas atividades também fora do Brasil, deve ser lançada no fim do mês a Embrapa Internacional. Segundo o presidente da empresa, Pedro Arraes, a intenção é fazer o lançamento no dia 26, aniversário da Embrapa, com a presença da presidenta Dilma Rousseff. (leia mais...)
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Como não entendemos de muita coisa e estamos aprendendo a cada dia, achamos um absurdo divulgar tecnologias que custaram o suor de brasileiros para beneficiar estrangeiros, nada contra a solidariedade, mas deveria valar a máxima: "Mateus, primeiro os teus"
As EMBRAPAS deveriam ser analisadas pelas pesquisas aplicadas e pelos resultados obtidos
Parceiros, vamos aplicar as tecnologias da nossa EMBRAPA ? O que é pesquisado aqui é aplicado com sucesso em outros estados e outros países
Somos o Estado de menor produtividade e o Caju é nativo...
E AÍ ? ALGUÉM EXPLICA ISSO ?
Polo de Caju começa a ganhar forma no Norte do Espírito Santo
Os
agricultores dos municípios de Pedro Canário e Conceição da Barra
interessados em investir no plantio comercial de caju devem ficar
atentos. O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e
Extensão Rural (Incaper) realizou nesta quinta-feira (22), em Pedro
Canário, uma reunião técnica com produtores e outros profissionais
interessados em investir no plantio comercial da fruta. O encontro
faz parte das ações da Secretaria de Estado da Agricultura,
Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) para implantar o Polo de
Caju na região Extremo Norte do Espírito Santo.
A
reunião contou com as presenças do secretário de Estado da
Agricultura Enio Bergoli, do coordenador do Programa Estadual de
Fruticultura Dalmo Nogueira, da coordenadora do Programa de
Fruticultura do Incaper Adelaide Santana, representantes de
cooperativas e associações de produtores dos municípios de Pedro
Canário e Conceição da Barra, do setor industrial e financeiro,
além de técnicos que atuam na área de fruticultura.
“O
Espírito Santo está localizado na região considerada o maior
centro consumidor do Brasil. O caju é uma fruta muito comercial que
proporciona o aproveitamento quase que total da produção. O fruto
tem destinação para o consumo in natura e industrial e a castanha
tem boas opções de mercado. A intenção do Estado é organizar as
condições necessárias para que o produtor tenha viabilidade para
os plantios e garantidas e opções para vender a produção”,
destaca o secretário da Agricultura, Enio Bergoli.
O
Polo de Caju será o 13º consolidado para a produção de frutas no
Espírito Santo. Com a fruticultura o produtor rural tem uma
alternativa para diversificar a produção e gerar novas fontes de
emprego e renda.
“A Seag já investiu na aquisição de 20 mil mudas do caju anão precoce. Essa variedade é indicada para as condições naturais de Pedro Canário e Conceição da Barra, região onde inicialmente será implantado o Polo de Caju. A meta é formar 100 hectares nos dois municípios nessa primeira etapa”, ressalta o coordenador do Programa Estadual de Fruticultura, Dalmo Nogueira.
“A Seag já investiu na aquisição de 20 mil mudas do caju anão precoce. Essa variedade é indicada para as condições naturais de Pedro Canário e Conceição da Barra, região onde inicialmente será implantado o Polo de Caju. A meta é formar 100 hectares nos dois municípios nessa primeira etapa”, ressalta o coordenador do Programa Estadual de Fruticultura, Dalmo Nogueira.
A
partir desse primeiro encontro o Incaper vai organizar o
cadastramento dos produtores interessados em ingressar no Polo de
Caju. Os interessados devem procurar os escritórios do órgão de
Conceição da Barra e de Pedro Canário.
Informações
à Imprensa
Gerência de Informação e Análise/Seag
Léo Júnior
Tel: 27 3636-3700 / 3651 / 9942-9616 Fonte: site Incaper em 26/03/2012
Gerência de Informação e Análise/Seag
Léo Júnior
Tel: 27 3636-3700 / 3651 / 9942-9616 Fonte: site Incaper em 26/03/2012
Fonte: Paixão Capixaba (Clique Aqui!)
Polo de Caju é o 13º a ser implantado no Estado do Espírito Santo. Propostas têm dado bons frutos
ATÉ O ESPÍRITO SANTO ESTÁ IMPLANTANDO CAJU, E AQUI NO CEARÁ ? QUANDO AS COISAS VÃO MUDAR ?
O
Espírito Santo ganhou mais um polo de frutas. Agora
é a vez do caju. A
proposta é implantar o projeto em Pedro Canário e Conceição da
Barra, no Norte do Estado. Com essa nova proposta, já somam 13 polos
de frutas no Estado: abacaxi, acerola, banana, coco anão, goiaba,
manga, mamão, maracujá, morango, uva, tangerina e laranja.
Com apenas 0,5% do território brasileiro, o Estado impressiona pelo agronegócio expressivo. São mais de 80 mil hectares de área em produção no Estado. Isso se traduz em 1,3 milhão de toneladas produzidas, 60 mil empregos diretos e uma renda superior R$ 600 milhões para os fruticultores.
Segundo o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, o Espírito Santo possui uma localização privilegiada e clima propício ao cultivo de várias frutas consumidas dentro e fora do Brasil.
"Os investimentos tecnológicos e a criação de parques industriais, voltados à produção de polpa de fruta e suco, têm gerado bons efeitos na economia do Estado, como novos empregos e oportunidades para os pequenos produtores rurais", afirma Bergoli.
A produção frutífera é destinada ao mercado in natura e ao industrial. Uma grande parte dos produtores já está vendendo as frutas produzidas para os programas de compra da produção da agricultura familiar.
"Nos polos há um controle da produção, com técnicos especializados, dando as orientações necessárias ao plantio e alertando para o uso de defensivos. Além disso, há capacitação dos agricultores familiares", ressalta o coordenador do Programa Estadual de Fruticultura, Dalmo Nogueira.
Com apenas 0,5% do território brasileiro, o Estado impressiona pelo agronegócio expressivo. São mais de 80 mil hectares de área em produção no Estado. Isso se traduz em 1,3 milhão de toneladas produzidas, 60 mil empregos diretos e uma renda superior R$ 600 milhões para os fruticultores.
Segundo o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, o Espírito Santo possui uma localização privilegiada e clima propício ao cultivo de várias frutas consumidas dentro e fora do Brasil.
"Os investimentos tecnológicos e a criação de parques industriais, voltados à produção de polpa de fruta e suco, têm gerado bons efeitos na economia do Estado, como novos empregos e oportunidades para os pequenos produtores rurais", afirma Bergoli.
A produção frutífera é destinada ao mercado in natura e ao industrial. Uma grande parte dos produtores já está vendendo as frutas produzidas para os programas de compra da produção da agricultura familiar.
"Nos polos há um controle da produção, com técnicos especializados, dando as orientações necessárias ao plantio e alertando para o uso de defensivos. Além disso, há capacitação dos agricultores familiares", ressalta o coordenador do Programa Estadual de Fruticultura, Dalmo Nogueira.
Caju
O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) realizou na última quinta-feira, em Pedro Canário, uma reunião técnica com produtores e outros profissionais interessados em investir no plantio comercial da fruta.
A partir desse primeiro encontro, o Incaper vai organizar o cadastramento dos produtores interessados em ingressar no Polo de Caju. Os interessados devem procurar os escritórios do órgão de Conceição da Barra e de Pedro Canário.
Fonte: Gazeta On-Line (Clique Aqui!)
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Castanha-de-caju: Panorama Nacional
O cultivo do caju é feito em
vários Estados do Brasil. No entanto, a sua importância
socioeconômica se destaca na Região Nordeste, que conta com a
cajucultura como uma atividade de grande influência relativamente
para geração de renda e sustentabilidade da atividade, com destaque
para os Estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, maiores
produtores nacionais e responsáveis em anos de clima e produção
normal por cerca de 90% da produção brasileira de castanha-de-caju
in natura. Essa atividade responde pela geração de trabalho
(mão-de-obra/empregos temporários) e renda nas zonas rural e urbana
para mais de 200 mil pessoas/ano/safra.
Outra característica da
cajucultura a considerar diz respeito à diversidade de produtos
oriundos da castanha-de-caju in natura e do pedúnculo. Da castanha
(fruto), após o processamento obtêm-se a amêndoa da
castanha-de-caju (ACC) e o líquido da casca da castanha-de-caju
(LCC). Já o pseudofruto (ou pedúnculo) proporciona a obtenção dos
mais variados produtos destinados à alimentação, tanto humana
quanto animal.
Por causa das condições
climáticas desfavoráveis a safra brasileira de castanha-de-caju
2010/2011 apresentou perdas significativas, sobretudo nos Estados do
Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. A produção daquele ano/safra
atingiu 104.342 toneladas de castanha, representando 52,6% de quebra
em relação à produção obtida no ano/safra 2009/2010. Enquanto
que na safra 2011/2012 - 100% já colhida, houve ligeira recuperação
da produção em relação aos anos normais de safra. Isso devido ao
aumento da produtividade dos cajueiros. Mesmo assim, houve perda na
produção desse ano/safra por causa das chuvas irregulares e
incidência de doenças nos cajueirais.
O Estado do Ceará se destaca como
o maior produtor de castanha-de-caju in natura, sendo responsável
por mais de 50% da produção nacional. Processa 75% do volume total
beneficiado por todos os Estados Nordestinos. Além disso, é o maior
exportador de amêndoas do Brasil, alternando entre o primeiro e o
segundo principal produto da pauta de exportação daquele Estado. Os
portos de Pecém e de Fortaleza - CE são responsáveis por mais de
96% das exportações brasileiras de amêndoas/ano. Em 2011, esses
portos exportaram 23.534 toneladas de amêndoas, representando o
valor US$ 201.406 mil/FOB.
Dados do setor indicam que a
capacidade instalada das indústrias de processamento de castanha na
Região Nordeste está estimada em 306,5 mil toneladas ano. O Ceará
detém 75% dessa estrutura, ou seja, pode beneficiar até 230 mil
toneladas, das quais 140 mil no município de Fortaleza, onde se
concentra o maior parque industrial. A produção nacional de
castanha de caju in natura ainda é insuficiente para atender à
capacidade de processamento/beneficiamento de amêndoas. Constata-se
pelos dados a seguir que há ociosidade no parque industrial, fato
que favorece a possibilidade de investimentos em aumento de
produtividade (produção e beneficiamento) da castanha brasileira:
b) capacidade de beneficiamento: 306.500 toneladas;
c) déficit de produção: 123.457 toneladas.
Estudos técnicos feitos pelo
setor e referendados pela Embrapa-CE apontam que em torno de 85% da
produção nacional de castanha-de-caju in natura é oriunda de áreas
plantadas com o cajueiro comum de porte alto (tradicional),
apresentando baixa produtividade em função da idade avançada e uso
do manejo inadequado. O cajueiro em sua maioria é cultivado em
regime de sequeiro e por pequenos produtores, o que demonstra a
relevância da cultura para a manutenção da mão-de-obra e a
fixação do homem no campo, já que a sua produção ocorre no
período de entressafra das demais culturas.
Em que pese a grande importância
da cajucultura para efeito da sustentabilidade socioeconômica da
região, a cadeia produtiva do caju ainda sente falta de um sistema
eficiente de articulação. O setor continua enfrentando uma grande
crise com origens estruturais e conjunturais. A ausência de uma
política visando à intensificação de um sistema de organização
e cooperativismo leva os produtores rurais a entregar a castanha
antecipada ao atravessador a preços pré-estabelecidos, por não
terem escala de produção.
A logística da operação de
comercialização da castanha-de-caju in natura inicia entre o
produtor e os comerciantes intermediários a partir do começo da
colheita da safra (de outubro a janeiro do ano seguinte). Podendo,
ainda, a compra ser feita antes da colheita da safra, com o repasse
do adiantamento dos recursos. Os intermediários comercializam com as
indústrias praticamente no mesmo período, e ainda na entressafra,
já que estes costumam formar estoques para vendas especulativas. O
fluxo para as principais transações comerciais para a castanha de
caju passa, obrigatoriamente, pelo processo de intermediação, ou
seja, a indústria contrata o intermediário (comprador de castanha
ou agente) e este, repassa o valor da negociação ao produtor,
auferindo suas comissões.
Além disso, há necessidade de
investimentos em tecnologias, sobretudo no plantio de clones mais
produtivos e substituição de copas, já que a maioria dos pomares
tem mais de 30 anos, contribuindo para a baixa produtividade.
Exige-se melhoria na capacitação dos produtores, visando oferecer
um produto de melhor qualidade, principalmente quanto à
classificação, já que a maioria deles não observa a tipificação
(1 e 2) da castanha-de-caju in natura, preferindo a comercialização
junto aos atravessadores e às indústrias pelo sistema de bica
corrida, ficando sujeitos à aplicação de deságios nos preços do
produto, principalmente quando há ausência de padrões das
castanhas.
Observa-se que a produtividade
brasileira ainda é baixa em relação aos países concorrentes como
Vietnã, Nigéria e Índia. Mesmo assim, pesquisadores nacionais
acreditam que existe grande possibilidade de reversão dessa situação
com a ampliação da atividade com manejo adequado e investimentos em
tecnologia.
Tradicionalmente, quando há
redução da oferta de castanha-de-caju in natura por causa da
frustração de safra, as indústrias brasileiras recorrem à
importação da matéria-prima. Foi o caso da safra brasileira de
2010/2011, considerada como o pior dos últimos 12 anos, quando as
indústrias tiveram que suplantar o abastecimento com a importação
de castanha-de-caju in natura dos países africanos.
Fonte:
Portal Mercado Aberto (Clique
Aqui!)
Boa Notícia ! Deputado Federal José Guimarães é Coordenador da Bancada Nordestina
Deputado José Guimarães, lembre-se da Cajucultura !
Em relação a todos os Estados produtores, nós estamos em último lugar em produtividade e hoje esta atividade é inviável economicamente !
Ajude-nos...
Una-se com o Senador Wellington Dias e criem a
FRENTE PARLAMENTAR DA CAJUCULTURA
Alô Deputado DUCAju, e Deputado Dedé Teixeira !
Convidem o Deputado Guimarães para a reunião da Sub-Comissão da Cajucultura
A propósito, QUANDO VAI SER A REUNIÃO DA SUB-COMISSÃO ?
Já estamos próximo da safra e o que foi decidido ?
quinta-feira, 29 de março de 2012
O que a Cajucultura precisa e que deveria entrar na pauta da Câmara Setorial do Caju ?
![]() |
| Pauta ? - São todos que devem fazer ! - Deve ser divulgada no site da ADECE ! - Deve-se colocar os encaminhamentos ! - Deve-se colocar os prazos ! |
O que precisamos ?
1- Criação da Frente Parlamentar da Cajucultura
- O Senador Wellington Dias, por ocasião do AGROPACTO de 06/03, se colocou a disposição para ajudar na articulação
Pergunta:
Porque ainda não aconteceu nada neste sentido por ninguém aqui no Ceará ? Não é importante ?
2- FUNCAJU
- Devemos priorizar a aprovação definitiva do FUNCAJU
- Tudo o que na Lei abaixo está escrito pode e deve ser implementado
Pergunta:
Qual a dotação orçamentária definida para o FUNCAJU ?
Uma vez aprovado, veja o que pode acontecer...(para quem não conhece)
Dê-se ao projeto a seguinte redação:
Cria o Fundo de Apoio à Cultura do Caju
– FUNCAJU.
Art. 1º É criado o Fundo de Apoio à Cultura do Caju – FUNCAJU, com os seguintes objetivos:
I – desenvolver o financiamento e a modernização da agroindústria do caju e de seus produtos derivados;
II – incentivar o aumento da produtividade da cajucultura e dos produtos derivados;
III – fortalecer a exportação de produtos relacionados à agroindústria do caju;
IV – promover a defesa do preço dos mercados interno e externo e das condições de vida do trabalhador rural.
I – recursos orçamentários da União e créditos adicionais que lhe forem atribuídos;
II – doações e contribuições a qualquer título de entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, e de pessoas físicas;
III – recursos provenientes de ajustes e convênios firmados com instituições públicas e privadas;
IV – rendimentos de aplicações financeiras em geral.
Art. 3º Os recursos do Funcaju destinam-se a:
I – apoiar o desenvolvimento da cultura do caju, promovendo a disseminação de tecnologias que concorram para o aumento da produtividade e da qualidade do produto;
II – fortalecer o agronegócio do caju, para expandir os diversos segmentos de sua cadeia produtiva;
III – realizar pesquisas tecnológicas, estudos e diagnósticos sobre a cultura do caju;
IV – garantir o treinamento de mão de obra para trabalho nos segmentos agrícola e industrial da cultura e beneficiamento do caju;
V – investir na melhoria da infraestrutura de apoio à produção e comercialização do caju e de seus
derivados para os mercados interno e externo;
VI – investir na melhoria da infraestrutura das regiões produtoras de caju, compreendendo a modernização de estradas vicinais, comunicação e eletrificação, além do apoio financeiro a programas sociais integrados pelos Estados produtores, que visem a proporcionar melhores condições de vida do trabalhador rural;
VII – estimular e apoiar cooperativas e produtores sintonizados com os objetivos do Funcaju;
VIII – promover a cooperação técnica e financeira internacional com organismos particulares e oficiais no campo da cajucultura;
IX – promover campanhas publicitárias destinadas ao aumento do consumo do produto nos mercados interno e externo;
X – promover pesquisas e estudos dirigidos à produção de subsídios para a execução de políticas de
comercialização voltadas para a conquista de novos consumidores;
XI – estimular e financiar a substituição de copas de cajueiros que não apresentarem boa produtividade;
XII – estimular e financiar o aumento da área plantada com cajucultura.
Art. 4º Esta Lei entra em vigor no primeiro dia do exercício financeiro imediatamente subsequente ao de sua publicação.
3- PREÇO
- Devemos voltar a falar de preço, o preço mínimo da CONAB, deve nos dar um norte, mas é insuficiente para cobrir os custos de produção
Pergunta:
Porque o preço que a indústria para ao produtor é menor do que a mádia do preço internacional ?
4- Reunião da Sub-comissão da Cajucultura
com o Secretário Nelson Martins
- No AGROPACTO do Senador Wellington Dias, o Secretário Nélson Martins, falou para o Deputado DUCAju que poderia marcar a reunião, pelo que sabemos o convite já foi enviado, entretanto não está agendada
Pergunta:
Quando vai ser a reunião ? A safra já já estará chegando e aí ?
Amanhã tem mais !!!!
domingo, 25 de março de 2012
Deputado Manoel Duca - Presidente da Sub-comissão da CAJUCULTURA, participa de uma reunião na Escola Estadual de Educação Profissional Edson Queiroz em Cascavel
A reunião tratará da elaboração do Projeto CAJULITORAL, cujo objetivo é o aproveitamento do pedúnculo do caju, nas regiões turísticas e produtoras do Litoral Leste e Oeste do Ceará, preparando-se para disponibilizar produtos derivados do caju para a COPA DO MUNDO DE 2012;
Será
destacada, na reunião, o aproveitamento da mão-de-obra
especializada dos alunos récem formados na E.E.E.P. Edson Queiróz.
| Alunos em visita ao Stand do Zé do Caju, por ocasião do Caju Nordeste |
São quase 40 Técnicos Agro-indústriais, ou seja mão de obra especializada para a revolução no aproveitamento do Pedúnculo de Caju
O Coordenador do Curso o Professor André Luiz, articulou com os 10 melhores alunos do curso para participarem da reunião...
PAUTA DA REUNIÃO:
1-
9:00 hs às 9:10 hs - Apresentação dos
participantes
2-
9:10 hs às 9:20 hs - Objetivo da reunião /
Companhia do Caju- ASCAJU -
Normando
Soares - FAEC
Rodrigo Diógenes - Presidente do Sindicato Rural de Beberibe
3-
9:20 hs às 9:35 hs - Apresentação do Curso -
Professor André Luiz
4-
9:35 hs às 9:55 hs - Apresentação da Máquina
de CAJUMEL
5-
9:55 hs às 10:10 hs - Caju-break
6-
10:10 hs às 10:30 hs - Apresentação da "Equipe 10",
os cinco melhores alunos,
Tema
a ser definido pelo Coordenador do curso e alunos
7-
10:30 hs às 11:00 hs - Encaminhamentos
DESIDRATAÇÃO E APROVEITAMENTO DE RESÍDUO DE ADIÇÃO DE FIBRA DO CAJU, NA ELABORAÇÃO DE HAMBÚRGUER, É SAUDÁVEL ALÉM DE MELHORAR O SABOR
DESIDRATAÇÃO E APROVEITAMENTO DE RESÍDUO DE PEDÚNCULO DE CAJU COMO ADIÇÃO DE FIBRA NA ELABORAÇÃO DE HAMBÚRGUER*
O nordeste brasileiro é
grande produtor de
caju, sendo este responsável por grande parte do
agronegócio da região. O comércio do pedúnculo é intenso,
especialmente para a produção de doces e sucos, que gera durante o
processamento um resíduo rico em fibras.
O objetivo deste trabalho foi submeter o
resíduo de pedúnculo de caju in-natura a diferentes processos de
desidratação (estufa antes
e após branqueamento e liofilização),
analisar suas características químicas e avaliar a influência
sensorial dos resíduos desidratados obtidos como ingredientes em
hambúrgueres. Esses resíduos são boas fontes, quantitativamente,
de fibra alimentar (40 a 57%).
Os diferentes tratamentos de
desidratação do resíduo de pedúnculo de caju não causaram modificações
intensas em suas características químicas e
físico-químicas, mas
o processo de desidratação em estufa
foi prático e rápido.
Hambúrgueres contendo as amostras de resíduo de
pedúnculo desidratadas em estufa apresentaram melhor aceitação no
sabor, não havendo diferença
significativa (5%) quanto ao aroma
quando comparadas com a formulação
adicionada de pedúnculo liofilizado.
A adição de fibra de
caju em hambúrguer pode conferir diversos benefícios relacionados
às fibras alimentares,
dentre os quais, redução do colesterol e
regulação do trânsito intestinal,
além reduzir o teor de gordura
através da
substituição parcial desta por fibras.
O presente trabalho
objetivou submeter o resíduo de
pedúnculo de caju a diferentes
processos de desidratação,
avaliar o potencial de sua utilização
como fonte de fibra
alimentar, analisar suas características
químicas e físicoquímicas, e a influência sensorial destes
tratamentos associados à utilização do resíduo desidratado na
formulação
de hambúrgueres.
Os resultados sugerem que a adição de resíduo de pedúnculo de caju desidratado na formulação de hambúrguer aumenta o seu teor de fibra alimentar, com aproveitamento de um subproduto da indústria do caju e valorização de um produto local.
Fonte: Universidade de Araraquara (Clique Aqui!)
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Alô Deputado do DUCAju
Que tal um Projeto de lei que traga saúde
e ainda ajude o produtor ?
Projeto de Adição de 10% de Fibra de Caju em todo hamburguer feito no Ceará !
Mudas de caju do Piauí são exportadas para África e América Central
25-03-2012
09:26
Uma empresa piauiense, com sede em Pio IX, na região de Picos, está apostando alto nas exportações de mudas de caju anão precoce para a África.
| O diretor da empresa que exporta mudas de caju anão precoce para vários países disse que o mercado para este tipo de produto está receptivo. (Foto Reprodução Jornal Meio Norte) |
Uma empresa piauiense
com atuação no município de Pio IX está mostrando para o mundo a
força docaju anão precoce. A planta, que poderia ser alvo de
preconceito por ser baixinha e precoce, é uma potência justamente
por causa destes atributos: Produz rápido com qualidade e deixa os
frutos ao alcance das mãos.
Talvez por isso, a empresa já exportou
para a Bolívia 20 mil mudas e sementes selecionadas para o Suriname
e Guiana Francesa.
Ricardo
Barreto disse que, devido à grande procura pelas mudas produzidas no
Piauí, a sua empresa está firmando parcerias com grandes empresas
do setor, a exemplo de um estabelecimento do Espírito Santo que está
apostando na iniciativa. Com isso, a meta é manter a produção para
atender o mercado interno e aumentar o volume de plantas enxertadas a
patamares próximos a 100 mil para exportação.
Segundo
Ricardo, a empresa, que produz e comercializa mudas enxertadas de
cajueiro anão precoce, já distribuiu neste período mais de 8
milhões de exemplares e está acessando um novo mercado, ainda com
pouca exploração comercial. Há uma África inteira esperando.
“Estamos trabalhando seriamente
para enviarmos nosso produto aos produtores, notadamente do
continente africano, que apostam na renovação de seus pomares,
muitos deles, formados por plantas comuns e de baixa produtividade”,
falou.
Fonte: Jornal Meio Norte (Clique Aqui!)
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O que é bom tem que ser falado e propagado, aqui nunca recebemos nenhum centavo de ninguém, somos independentes e lutamos por aquilo que achamos justo
Mas vale a pena afirmar e dizer qual é a empresa que está dando show e que um dia terei prazer em conhecer, trata-se da CAJUNOR
Veja o endereço e contatos !
Escritório: (89) 3422 0082 (fone/fax)
Celular: (89) 9405-7199, tratar com Ricardo Barreto
Emails: cajunor@cajunor.com.br ou cajunor@terra.com.br
Matriz: Rod.BR 020, Km 57, Zona Rural, Pio IX-PI, CEP 64.660-000
Celular: (89) 9405-7199, tratar com Ricardo Barreto
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sexta-feira, 23 de março de 2012
Jornal do Futuro: "Governador Cid Gomes implanta políticas de Estado para a Cajucultura e será lembrado pelo nome: "O Governador do CAJU"
Manchetes do Jornal do Futuro:
2- Meta de produtividade do Governador é de 1.000 quilos por hectare;
3- Governador, decide investir R$ 35.000.000,00 (Trinta e cinco milhões) de reais por ano na Cajucultura
4- Produtor de Caju receberá R$ 1.000,00 (mil reais) por hectare, em até 3 anos para revitalização de seu pomar
5- Governador Cid Gomes, restaura a EPACE
6- Ceará recebe prêmio internacional, como melhor Assistência Técnica do Brasil
Sonhar é preciso, ter esperança mais ainda...
Senador Wellington Dias propõe Frente Parlamentar, no Congresso e Senado, para salvar Cajucultura
Senador Wellington Dias em pronunciamento no Senado Federal
Achamos que esta notícia é a mais agradável ao ouvido do Produtor de caju, é necessária esta Frente Parlamentar para que possamos salvar a Cajucultura
O Cajueiro é nativo do Brasil, entretanto nosso país é o único no mundo em que a produção e produtividade caem ano a ano
Falta profissionalismo e atitude para que as coisa mudem...
Alô Senador Wellington Dias, Deputado Hermínio
e Deputado Duquinha...
Vamos em frente rumo a FRENTE ?
Governo do Estado levará "apenas" 55 anos para substituir a copa dos cajueiros improdutivos

| Castanha de caju - área plantada | 401.527 | hectares |
Foi autorizada a liberação de 800 mil mudas de cajueiros anão precoce para os agricultores familiares no próximo ano, o dobro em relação a 2011. Outra boa notícia,será o investimento de R$ 3 milhões para a substituição de copas em cajueiros improdutivos em até 7 mil hectares. Fonte: SDA (Clique Aqui !)
As 400.000 mudas daria para implantar 2.000 hectares...
Analisando:
- Em 10 anos aumentaríamos apenas 20.000 hectares
- Em 10 anos aumentaríamos a produção em apenas 3.640 toneladas
(182 quilos por hectare, média de produtividade dos últimos 20 anos)
- Fazendo a substituição de copas na "velocidade" de 7.000 hectares por ano levaríamos quantos anos ?
Aos cálculos...
2012 - 1º ano - 7.000 ha
2013 - 2º ano - 7.000 ha
2014 - 3º ano - 7.000 ha
2015 - 4º ano - 7.000 ha
2016 - 5º ano - 7.000 ha
2017 - 6º ano - 7.000 ha
2018 - 7º ano - 7.000 ha
2019 - 8º ano - 7.000 ha
2020 - 9º ano - 7.000 ha
2021 - 10º ano - 7.000 ha
Total da Primeira década - 70.000 hectares
___________________________________
2022 - 11º ano - 7.000 ha
2023 - 12º ano - 7.000 ha
2024 - 13º ano - 7.000 ha
2025 - 14º ano - 7.000 ha
2026 - 15º ano - 7.000 ha
2027 - 16º ano - 7.000 ha
2028 - 17º ano - 7.000 ha
2029 - 18º ano - 7.000 ha
2030 - 19º ano - 7.000 ha
2031 - 20º ano - 7.000 ha
Total da Segunda década - 70.000 hectares - Acumulado = 140.000 hectares
______________________________________________________________
2033 - 21º ano - 7.000 ha
2034 - 22º ano - 7.000 ha
2035 - 23º ano - 7.000 ha
2036 - 24º ano - 7.000 ha
2037 - 25º ano - 7.000 ha
2038 - 26º ano - 7.000 ha
2039 - 27º ano - 7.000 ha
2040 - 28º ano - 7.000 ha
2041 - 29º ano - 7.000 ha
2042 - 30º ano - 7.000 ha
Total da Terceira década - 70.000 hectares - Acumulado = 210.000 hectares
_____________________________________________________________
2033 - 31º ano - 7.000 ha
2034 - 32º ano - 7.000 ha
2035 - 33º ano - 7.000 ha
2036 - 34º ano - 7.000 ha
2037 - 35º ano - 7.000 ha
2038 - 36º ano - 7.000 ha
2039 - 37º ano - 7.000 ha
2040 - 38º ano - 7.000 ha
2041 - 39º ano - 7.000 ha
2042 - 40º ano - 7.000 ha
Total da Quarta década - 70.000 hectares - Acumulado = 280.000 hectares
____________________________________________________________
2043 - 51º ano - 7.000 ha
2044 - 52º ano - 7.000 ha
2045 - 53º ano - 7.000 ha
2046 - 54º ano - 7.000 ha
2047 - 55º ano - 7.000 ha
2048 - 56º ano - 7.000 ha
2049 - 57º ano - 7.000 ha
2050 - 58º ano - 7.000 ha
2051 - 59º ano - 7.000 ha
2052 - 60º ano - 7.000 ha
Total da Quinta década - 70.000 hectares - Acumulado = 350.000 hectares
____________________________________________________________
2053 - 51º ano - 7.000 ha
2054 - 52º ano - 7.000 ha
2055 - 53º ano - 7.000 ha
2056 - 54º ano - 7.000 ha
2057 - 55º ano - 7.000 ha
Total da Sexta década - 50.000 hectares - Acumulado = 400.000 hectares
Conclusão:
São necessários "apenas" 55 (cinquenta e cinco) anos
para revitalizar a Cajucultura
segunda-feira, 19 de março de 2012
Se os preços em Benim é R$ 2,86, Nigéria é R$ 2,39 e Gana é R$ 2,66... Porque no Brasil é apenas R$ 1,40 ?
Preço
mais recente da Castanha de Caju in-natura em todo o mundo
Postado
em :
14-04-2011
MERCADO
INTERNACIONAL DE CASTANHA DE CAJU IN-NATURA (por tonelada)
Benin
US$ 1.590,00 - US$ 1.600,00 = Média US$ 1.595,00 = US$ 1,59 = R$ 2,86
Nigéria
US$ 1.290,00 - US$ 1.380,00 = Média US$ 1.335,00 = US$ 1,33 = R$ 2,39
Gana
US$ 1.450,00 - US$ 1.525,00 = Média US$ US$ 1.487,00 = US$ 1,48 = R$ 2,66
_________________________________________________________________
Conclusão:
Se os preços em Benim é R$ 2,86, Nigéria é R$ 2,39 e Gana é R$ 2,66...
Porque no Brasil é R$ 1,40 ?
Alguém pode explicar ?
Até quando os Governo vai fechar os olhos para este aviltamento ?
Preço mais recente da Castanha de Caju in-natura em todo o mundo
Postado em : 14-04-2011
MERCADO
INTERNACIONAL DE CASTANHA DE CAJU IN-NATURA (por tonelada)
Benin
US$ 1.590,00 - US$ 1.600,00 = Média US$ 1.595,00 = US$ 1,59 = R$ 2,86
Nigéria
US$ 1.290,00 - US$ 1.380,00 = Média US$ 1.335,00 = US$ 1,33 = R$ 2,39
Gana
US$ 1.450,00 - US$ 1.525,00 = Média US$ US$ 1.487,00 = US$ 1,48 = R$ 2,66
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Está duvidando ? (Clique Aqui ou na imagem abaixo)
Precisamos deste estudo para entendermos o Mercado Global. Quem vai financiar ?
Fonte: Como comprar ? (Clique Aqui !)
- 1 METODOLOGIA
- 1,1 Nossa abordagem
- 2- O MERCADO MUNDIAL
- 2.1 Exportações
- 2.2 Importações
- 3- EXPORTAÇÕES
- 3,1 África: Fontes de exportação de castanha de caju
- 3,2 Ásia: Fontes de exportação de castanha de caju
- 3,3 Europa: Fontes de exportação de castanha de caju
- 3,4 América Latina: Fontes de exportação de castanha de caju
- 3,5 América do Norte & Caribe: Fontes de exportação de castanha de caju
- 3,6 Oceana: Fontes de exportação de castanha de caju
- 3,7 Oriente Médio: Fontes de exportação de castanha de caju
- 4 IMPORTAÇÕES
- 4,1 África: castanha de caju importações em 2011
- 4,2 Ásia: castanha de caju importações em 2011
- 4,3 Europa: castanha de caju importações em 2011
- 4,4 América Latina: castanha de caju importações em 2011
- 4,5 América do Norte & Caribe: castanha de caju importações em 2011
- 4,6 Oceana: castanha de caju importações em 2011
- 4,7 Oriente Médio: castanha de caju importações em 2011
Este
relatório foi criado para planejadores estratégicos, executivos
internacionais e importação / exportação gestores que estão
preocupados com o mercado para a castanha de caju.
Com a
globalização desse mercado, os gestores não podem mais se
contentar com uma visão local. Nem os gerentes podem se
contentar com out-of-date estatísticas que aparecem vários anos
depois do fato. Eu desenvolvi uma metodologia, baseada em
comércio e modelos macroeconômicos, a estimativa do mercado para a
castanha de caju para os países que servem o mercado mundial através
de exportações ou o fornecimento de vários países através de
importações.
Faço-o para o ano atual com base em uma
variedade de indicadores históricos e modelos econométricos. No
lado da demanda, os exportadores e os planejadores estratégicos que
se aproximam do mercado mundial enfrentam uma série de
perguntas.
Quais são os países fornecedores de castanha de
caju?
Qual é o valor em dólar das importações?
Quanto
às importações de castanha de caju variam de um país para
outro?
Quais os países exportadores que servem o mercado mundial e que têm
quotas de mercado semelhantes entre os países importadores?
Quais
os países que fornecem a maioria das exportações de castanha de
caju?
Quais os países que estão comprando suas
exportações?
Qual é o valor destas exportações e que países
são os maiores compradores?
No que se segue,
Capítulo 2
Começa
por inventariar os mercados regionais de castanha de caju importados
e exportados. O nível total das importações e exportações a
nível mundial, e aqueles para cada região, é baseado em um modelo
que agrega todo mais de 150 mercados dos países-chave e projetos
estes para o ano em curso.
A partir daí, cada país representa
um por cento do mercado mundial. Este mercado é servido a
partir de um certo número de países competitivos de origem. Baseada
em ações tanto procura e da oferta do lado da dinâmica, do mercado
por país de origem são então calculados em cada destino mercado do
país. Essas ações levam a um volume de importação e
exportação valores para cada país e são agregados aos totais
regionais e mundiais.
Ao fazer isso, somos capazes de obter
estimativas de máxima verossimilhança de tanto o valor de cada
mercado e as ações que os países possam vir a receber este ano. A
partir desses números, rankings são calculados para permitir aos
gestores para priorizar mercados. Desta forma, todos os números
fornecidos neste relatório são previsões que podem ser combinadas
com informações internas para fins de planejamento
estratégico. após o resumo em todo o mundo.
Capítulo 3
Detalha as
exportações de castanha de caju, para cada país individualmente.
Capítulo 4
Faz o mesmo, mas para a importação de
castanha de caju para todos os países do mundo. Em todos os
casos, o volume total em dólares e compartilham valores percentuais
por maior parceiro comercial são fornecidos. Combinados, os
Capítulos 3 e 4 apresentam o quadro completo para as importações e
exportações de castanha de caju de e para todos os principais
países do mundo.
Dos 150 países considerados, se um país não
é relatado aqui é, portanto, estima-se que apenas um nível
insignificante de comércio de castanha de caju (ou seja, suas quotas
de mercado são próximos ou iguais a zero por cento).
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